21 de agosto de 2007

Lisboa

S. Vicente de Fora, uma das peças mais surpreendentes que vi na capital. Perfeita, o que quer dizer que está tudo onde deve estar ainda que um pouco frio. Mas lá fora há tanta luz e calor, que não importa.

Sobre Lisboa, queixas: não há indicações para o metro, está tudo fechado, mais turistas que locais, serviço pobrezinho nos restaurantes e cafés. Mas o resto compensa, e é por isso que se aguentam essas mesquinhices: a luz no terraço da Sta. Engrácia, as ruas tortas de Alfama, a boa companhia e anfitriões impecáveis (obrigado J e C) e a glória do espaço interior dos Jerónimos.

Os pastéis de nata também não estavam maus, mas aí presenciámos uma das cenas mais caricatas da viagem ao Sul: uma sala com metade das mesas vazias, ao mesmo tempo que os turistas faziam uma fila interminável para se poderem sentar na outra metade. Perguntei ao jovem que nos servia porque era assim, e a resposta era de esperar: não há empregados suficientes. O produto é bom, por isso há sempre procura e o turista que espere.

Infelizmente, é assim um pouco por todo o lado neste país. Faz-se o Allgarve para chamar turistas e depois vamos a Palmela e o castelo e a igreja estão de férias. Não é gravíssimo, mas irrita e é um subaproveitamento ao qual não sei se nos podemos dar ao luxo.

3 comentários:

Pedro Varela disse...

lamento nunca ter entrado na igrejona de fora. a fachada eh impressionante, mas mais da alfama do k estando lah. spr gostei mto... mto brankinho, mto "pulito". A porta estava spr fechada. qto aos jeronimos... bate em mta coisa europeia.

Anónimo disse...

vieste a palela... estiveste aqui ao lado e nao deste m saltinho ate a moita so para dizer ola?! acho indecente!

Anónimo disse...

:-) volta sempre